A escolha de observar a magnitude de um ser deve ser primorosa: o desabrochar dos sentimentos e os impactos que podem lhe causar são o toque de lembrar-se vivo.
O palpitar alcança a dupla em tempos diferentes. Quem observa contempla os detalhes, apaixona-se pela obra e o espera ardilosamente. Já o artista só vê o espectador quando as luzes se acendem, quando sai da escuridão que a peça pode lhe pregar.
Por isso, admito minha escolha.
Observar ... e apreciar.

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