
“O coração da mulher não muda com o tempo e não se transforma com as estações. Agoniza longamente, mas não morre. O coração da mulher é semelhante aos campos onde os homens travam suas guerras e perpetram suas matanças. Arrancam-lhe as árvores, queimam-lhes a grama, mancham-lhes as pedras de sangue, plantam ossos e crânios no seu solo. Mas eles permanecem tranqüilos e pacíficos e, neles, a primavera continua a ser primavera...”