sábado, 12 de julho de 2014

Uma nova mente, um velho problema.



Ela disse: Adeus.
As mãos dela profetizaram o que um dia foi escrito. 
Ele sente a facada da solidão e as torturas do arrependimento. 
Ela avisou que arrumaria outro... Muitos outros vieram.
Ele é atormentado por sua própria mente e seus códigos.
Ela, emancipou-se.
Não deseja mais as mãos fogosas e brutas que atiçavam-lhe a cona durante o silêncio na mesa de jantar.
As palavras que soavam doce no ouvido transformaram-se em correnteza, que ensina aos sábios que a água do rio nunca é a mesma.
O sumo que escorre pela senaita não são mais por causa dele.
O balbuciar de suas falácias irritam-na, apiedam-na, mas não a emburrecem.
Ele deve se cuidar.
Ela, continuar.
Ele ri e se embola, e se enrola, e não se controla... Ele a apavora.
Ela, tenta ajudar. Ele, só quer se martirizar.
Mas uma vez as mãos dela irão profetizar: Seu fim? Se internar.

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